domingo, 17 de janeiro de 2010

Esperança

Numa simbiose em tons de prata, céu e mar entrelaçam-se e estendem-se poderosamente diante de mim. Como uma tela! Acodem uma fresca viragem que afaga e revigora, um som surdo de ondulação mansa, o cheiro persistente da maresia... Cresce, dentro de mim, aquela imensidão escamada de luz solitária. Das alturas, parece-me escutar o sopro de Deus. Num lamento de dor, ainda que de esperança. Assim, quieta, me quedei, fitando o horizonte.

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3 Comentários:

Blogger O céu da Céu disse...

É curioso como o MAR resolveu juntar-nos mais uma vez...fui até Lagos ...outro Mar.
E respirei bem fundo.
Um grande beijinho

19 de janeiro de 2010 às 17:12  
Blogger Jelicopedres disse...

Eu gosto de ficar assim, quieta, olhando o horizonte a perder de vista.
Perco-me...
Depois, encontro-me!
Um beijinho da Teresinha*_*)

20 de janeiro de 2010 às 16:22  
Blogger Carolina disse...

"Quando eu morrer
voltarei para buscar
os momentos que não vivi
junto do mar."
SOPHIA

23 de janeiro de 2010 às 10:34  

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