domingo, 1 de maio de 2011

Mãe

Quem me dera pequena, aninhada no teu colo
No calor do teu corpo, no ardor do teu amor!
Quem me dera, segura pela tua mão
Quando, ao Domingo, sem temor
Passeávamos juntas na beira-mar...
Na beira do ser, nas alegrias e nas dores
Sempre tu e eu, repartidas e unidas
Sempre, sempre, nunca e nunca
Separadas, embaraçadas pelas nossas vidas!

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6 Comentários:

Blogger Carolina disse...

E a propósito como vai a tua Mãe?
Espero que com boa saúde e boa disposição.
bjhs para as duas.
Poema lindo!
;)

5 de maio de 2011 às 11:18  
Blogger Banalidades disse...

Olá, Carolina! A minha mãe vai se aguentando. Tem dias bons e outros menos bons. De vez em quando saimos e vamos almoçar e dar uma pequena volta. Também vou com ela, quando se encontra bem, ao Teatro, ou à Biblioteca... Ela adora!
Obrigada pela tua visitinha. És uma grande e boa amiga. Bjs.

5 de maio de 2011 às 15:15  
Blogger Rosa albardeira disse...

Lindo poema! Mãe é tudo, amor cumplicidade, partilha, riso, lagrima, dor alegria. Um beijinho para a sua e para todas as mães. Adorei!!!

6 de maio de 2011 às 09:15  
Blogger Eduardo Miguel Pereira disse...

As saudades que eu tenho da minha !
Quis a malfadada doença que dela apenas restasse um corpo vivo, mas já desprovido da sua magnífica alma, da sua magnífica personalidade, do seu verdadeiro ser.
E que pena é vê-la assim, todos os dias, num estado ... indescritível !

Vivam as Mães.

10 de maio de 2011 às 07:20  
Blogger Banalidades disse...

Vivam as mães! Sempre!
A minha, apesar das muitas doenças, ultimamente tem estado capaz de fazer a sua vida, devagarinho, com cuidado, sem cansaços.
É sempre a mãe que me apoia e faz tudo por mim. Sem ela, a minha vida teria menos cor. O seu carinho é fundamental na ventania dos meus dias.
Obrigada aos meus queridos visitantes pelas comoventes palavras. Bjs.

10 de maio de 2011 às 11:52  
Blogger Sentidamente disse...

Mãe! Palavra sempre viva!
Lume ardendo no carinho da lembrança
por quem tanto deu e ensinou…
Caminho comum! Elo permanente.
Mesmo quando a saudade voga à deriva
e a sua imagem em presença avança,
na solidão que a morte cavou…

Beijinho com muito carinho para as duas.

14 de maio de 2011 às 08:46  

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