segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Ausência

Em Setembro entardeço nos dourados
dias ténues da minha saudade.
Toco a teia de ausência nesta tarde
que pressente o Outono.
E o silêncio gruda-se-me na pele
e arde qual lamento
de gato ou cão sem dono,
colhendo, assim,
o fado de uma existência vazia, sem ti.
Resta-me este réquiem de abandono
sem perdão que ora entôo!

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4 Comentários:

Blogger Sentidamente disse...

O efeito melancólico do Outono: tristeza doce, lembrança vaga, solidão avolumada na comunhão com um tempo etéreo envolto numa saudade adivinhada mas indefinida…
;);)

14 de setembro de 2009 às 16:13  
Blogger Banalidades disse...

Gosto tanto dos seus textos/comentários... Que poesia há neles! Obrigada pela sua constante atenção. Jinho

15 de setembro de 2009 às 10:24  
Blogger O céu da Céu disse...

Ainda bem que encontro as duas meninas...que além dos miminhos que me escrevem ainda me oferecem fotos e palavras lindas!
Um abraço grande.

16 de setembro de 2009 às 04:58  
Anonymous Anónimo disse...

Que venha o Outono. Foi a 13 de Setembro que o nosso avião partiu as asas e aterrou em Santiago. Já chovia e a lareira cedo fez falta. Foi um bom acidente.
Não sabemos quantos dias dura a felicidade mas acordar por cá ainda é uma boa razão para... tudo!
Bjs
Filipe Fino

16 de setembro de 2009 às 16:17  

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