sábado, 21 de fevereiro de 2009

Ausências

A casa está vazia, esvaída.
Nada nela se mexe, tudo está parado Numa espécie de contenção, De espera muda e desesperada. Ainda persistem ecos vazios de palavras. Só o olhar aveludado do meu cão E a sua infinita entrega. Na noite, nada. O silêncio entornado nos lençóis.

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6 Comentários:

Anonymous Anónimo disse...

Olá Linda,as tuas palavras expressam bem o teu sentir.Bjs e força

21 de fevereiro de 2009 às 13:00  
Anonymous Anónimo disse...

Filipe disse...
A vida coloca-nos barreiras, curvas estreitas e desafios sem fim. Por vezes uma palavra amiga, um olhar, venha ele de quem vier, dão a força necessária para resistir.Mas a verdadeira força tem que vir de dentro.

21 de fevereiro de 2009 às 17:45  
Blogger Banalidades disse...

Sei que a verdadeira força tem de vir de dentro e eu tenho-a! Contudo, há momentos de desânimo sobretudo quando as pessoas que mais gostamos estão longe ou doentes e indefinidas num Hospital de dor e de confusão!
Aguenta, coração!
Obrigada, amigos, pelas vossas palavras de alento e consolo! Jinhos

22 de fevereiro de 2009 às 11:21  
Blogger Carolina disse...

Sempre belos textos igualmente belas as imagens!
bjhs e ânimo!

22 de fevereiro de 2009 às 11:57  
Blogger Teresinha disse...

«Tudo se realizará»,
dizem as ondas ao
duro litoral.

Pablo Neruda

-Belíssimas imagens Fátima.
A sua sensibilidade, sente-se...
"NAMASTÊ"

22 de fevereiro de 2009 às 15:10  
Anonymous Juja disse...

Quando amamos é sempre difícil aceitar os imperativos da vida, mesmo sabendo que podem acontecer. A espera e incerteza, em situação de ausência é uma prova muito dura! Se um abraço pode transmitir força e coragem, receba o meu.

22 de fevereiro de 2009 às 15:55  

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