sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Mordaça

Resta-me um rosário de coisas não ditas
Pensadas e remoídas nas entranhas maceradas
Do pensamento que se desgasta...
Desmemórias colhidas nas tardes
Feitas silêncio e distância.
Como numa concha.

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5 Comentários:

Anonymous Anónimo disse...

A mordaça! Só no momento em que vimos ao mundo é que nos deixam gritar a plenos pulmões, para de seguida nos impingirem uma chucha.
Bjs
Filipe Fino

19 de setembro de 2009 às 18:28  
Blogger Jelicopedres disse...

Importa, desfiar esse rosário e, DIZER...!

Teresinha^_^)

20 de setembro de 2009 às 09:33  
Blogger O céu da Céu disse...

E dói, dói muito.
Para nós que já vivemos uns anos sabemos o que é uma mordaça e a história vai-se repetindo...Um Abração.

21 de setembro de 2009 às 04:59  
Blogger Sentidamente disse...

Se dói o não poder dizer, o resultado do dizer, pode igualmente trazer sofrimento.
Assim, a mordaça por vezes é conveniente na ambiguidade do querer e não querer.
Um abraço.

22 de setembro de 2009 às 14:23  
Blogger Ignotu disse...

Por mais que percorramos o rosário, voltamos sempre à primeira conta…
Mordaça impõe-se… impõem-nos… ou impomos?

23 de setembro de 2009 às 14:03  

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