terça-feira, 15 de junho de 2010

Dolorosamente

Imperceptivel e penosamente há uma escuridão Por detrás dos olhos; há uma ausência de palavras Como se de usadas, se tivessem gasto definitivamente. Há uma incapacidade de tudo, em tudo, uma impossibilidade. Todavia, o dia é azul e luminoso e os pássaros cantam. Talvez, tenha sido eu que, emudecida, me quedei. Talvez, tenha eu apenas morrido sem me aperceber.

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3 Comentários:

Blogger Eduardo Miguel Pereira disse...

Será ?
Talvez não.
É precisamente na inquietude de alguns silêncios que muitas vezes mais vivos nos tornamos. Por fora e para fora aparenta-se a morte, enquanto por dentr se faz a vida.

15 de junho de 2010 às 23:36  
Blogger O céu da Céu disse...

Palavras dolorosas de poeta, mas tal como o Eduardo diz, por dentro luta-se e renasce-se para a vida.
Eu olho o mar, as estrelas, as plantas,os livros, os amigos, os netos...e brota vida!
Bjs

16 de junho de 2010 às 07:56  
Blogger maria disse...

Todos os dias aqui venho, LÊR-TE, porque estás VIVA e bem viva! Se assim não fosse, só te levaria flores, de vez em quando.
Bjos,

Manuela Pires

16 de junho de 2010 às 14:30  

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