quarta-feira, 30 de junho de 2010

Partida

Neste momento, aguço os sentidos
Nenhuma palavra dita, nenhuma rosa brava
Nem um olhar, nem um gesto breve
Sequer um beijo, sequer um riso
Só a pergunta na garganta adormecida:
- Porto efémero de partir, aonde vais parar?

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1 Comentários:

Blogger Eduardo Miguel Pereira disse...

Talvez a lado algum, porque o destino faz-se e refaz-se a cada nova partida. E mesmo que os destinos se repitam, o caminho é sempre diferente, criando a efemeridade tão característica do belo porto.

3 de julho de 2010 às 01:48  

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