sábado, 17 de julho de 2010

Medos

Nestes dias de caminhos desfeitos,
Ando tão à flor da pele que pensar não mais consigo
Por medo que se revele o que só sinto e não digo.
À flor da pele então sigo...
E ficam à mostra os meus defeitos,
Deixando que o amor me vele, querendo que se rebele
Que me sirva de amparo, de abrigo, de desdigo
E me revele aos outros como flor à flor da pele.

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4 Comentários:

Blogger Sentidamente disse...

(...)
Medo, de não deixar a luz passar,
pelos meandros dos caminhos.
Medo, de nos meus dedos secar,
Perdido, o sentido dos carinhos!
Medo, de viver dum medo assim,
caindo-me inertes os braços!
Medo, de que esquecida de mim,
Perca o sentido aos meus passos.

Deixo-lhe um extracto dos meus "Medos"
Beijinho

17 de julho de 2010 às 17:32  
Anonymous leo disse...

Sempre a poesia à flor da pele.
Belíssimo.
Bjs, Linda

19 de julho de 2010 às 04:08  
Blogger Eduardo Miguel Pereira disse...

Muitas vezes, mais vale dizer-se o que se sente ainda que, pensamos nós, isso revele algum defeito nosso, que se calhar nem o é.

21 de julho de 2010 às 14:35  
Blogger Jelicopedres disse...

Adoro esta sua forma de nos transmitir o que lhe vai na alma.
Lindíssima a poesia, que se sente e chega a emocionar...

Beijinho

27 de julho de 2010 às 16:24  

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