quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Epigrama

Os rouxinóis, que aqui andar a esvoaçar
São de papel de crepe: sempre coloridos.
As nuvens, de claras batidas com açúcar.
E eu? De cinza espalhada pelo bafo de ventos já idos.

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2 Comentários:

Anonymous leo disse...

Olá,
os teus desabafos são sempre muito sentidos, és tu própria e só lamento ter contribuído para os teus ventos.
As fotos são minhas, é uma grande paixão, o mestre está a caminho de França e eu estou, por aqui, a carpir as minhas mágoas.
Bjs

12 de agosto de 2010 às 09:53  
Blogger sérgio figueiredo disse...

Tudo tem a sua cor e todas elas são "vestidas" de alegria, se lhes dermos o nosso olhar, acarinhado pelos ventos, que ajudam ao seu renovar, num constante ir e vir...

Esse cinzento, também é cor.

bj...nho

15 de agosto de 2010 às 11:48  

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